A Cirurgia Plástica tem apresentado constantes inovações nas ultimas décadas do século XX, e chegou ao século XXI com perspectivas de técnicas cada vez mais revolucionárias. É o caso da chamada, de maneira sutil, de “ Cirurgia Íntima” ou “ Cirurgia de Rejuvenescimento da Genitália Externa”.

Apesar de ter sido desenvolvida há algum tempo, foi só nos últimos dez anos que vimos esta técnica adquirir cada vez mais adeptos entre os cirurgiões plásticos e um número crescente de pacientes desejosas de a ela serem submetidas.

Como em todo o organismo o processo de envelhecimento instala-se também nos órgãos sexuais, ou seja, nas mamas e na genitália externa. As técnicas de rejuvenescimento das mamas caídas através de cirurgia convencional ou inclusões de próteses de silicone estão suficientemente difundidas e tem grande aceitação popular. Mas a genitália externa, mais precisamente a região pubeana é ainda um assunto um tanto nebuloso, que inibe as pacientes e deixa alguns cirurgiões plásticos um tanto embaraçados, tanto assim que até bem pouco tempo este tipo de cirurgia vinha sendo realizado mais por ginecologistas, que na verdade limitavam-se a resolver apenas parte do problema. Mas com o advento da Cirurgia Plástica moderna e das novas técnicas de lipoenxertia e lipoescultura, os resultados obtidos tem sido os melhores possíveis.

Mas na verdade o que é a Cirurgia Íntima?

E que tipo de problema se propõe a resolver?

A Cirurgia Estética da genitália Externa consta da retirada de excesso de pele da região dos pequenos lábios, que como a face e outras regiões do corpo, sofre com a idade severo processo de envelhecimento, bem como da colocação de gordura lipoaspirada em grandes lábios e região pubeana que com a idade também sofrem atrofia, o seja, a perda da gordura local característica da juventude.

Estes procedimentos são relativamente simples podendo ser executados sob anestesia local com sedação ou peri dural, visto que muitas vezes esta cirurgia é associada à lipoaspiração de outras áreas corporais.

O tempo de internação é mínimo, podendo a paciente ter alta no mesmo dia.

As pacientes que por nós foram submetidas a este tipo de cirurgia, muitas vezes realizada concomitante a outros procedimentos sentiram-se muito satisfeitas e o resultado demonstrou ser bastante gratificante.

Não há motivo nos dias de hoje, em que tantos tabus sexuais estão sendo ultrapassados, de não atacarmos todos os problemas que afligem o ser humano da maneira mais objetiva e prática possível, sem nos atermos a preconceitos e falsos moralismos.